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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Charlotte de leite de coco e cereja



Gosto de boa comida, gosto de comida que vem em travessas grandes e todos se servem sem etiquetas, gosto de comida simples, saboreada em cima do pão e acompanhada com gargalhadas ruidosas. 
Gosto de comer com as mãos, gosto de comida rústica feita sem grandes preocupações mas com grande sabor. 
Ainda que eu goste, e não abdique de tudo isso, hoje perdi-me pelos caminhos mais delicados e mais suaves desta Charlotte.  

Perdi-me hoje, e tenho a certeza que me perderei de novo. 
Uma e outra vez.

Charlotte de leite de coco e cereja em calda

200 gr de palitos la reine
200 ml de natas frescas
500 gr de queijo creme 
200 ml de leite de coco
5 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de essência de baunilha
5 folhas de gelatina
1 lata de cerejas em calda

Forre a forma de aro amovível com os palitos, eu coloquei logo no prato de servir e apenas usei o aro. 


Comece por demolhar as folhas de gelatina em água fria. 
Num tachinho, leve o leite de coco ao lume até levantar fervura e junte, fora do lume, as folhas de gelatina bem escorridas. Reserve, e deixe arrefecer.
Bata as natas, até ficarem firmes, junte o açúcar, a baunilha e o queijo creme. Bata até envolver tudo. Junte o leite de coco com a gelatina e volte a mexer.

O creme deve ficar ainda liquido, mas já consistente.
Coloque o creme dentro da forma.
Leve ao frigorífico, no mínimo 3 horas antes de retirar o aro. 

Escorra cerejas e reserve. Leve a calda num tachinho ao lume, para reduzir até ficar com a consistência de um xarope, cerca de 10 minutos são suficientes. Reserve.

No momento de servir basta retirar o aro, verter o xarope de cereja e colocar as cerejas.




Notas:
Convém ter o queijo creme à temperatura ambiente e as natas bem frias.
Esta charlotte não é muito doce e é assim que preferimos aqui por casa, mas é uma questão de gosto, quem preferir, basta juntar mais açúcar.
Eu usei cerejas em calda mas as possibilidades são imensas, qualquer fruta resulta muito bem aqui.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Panna Cotta


Eu adoro panna cotta. 
E embora adore experimentar novas receitas e novos sabores, a minha panna cotta preferida é mesmo esta.
Apenas natas, baunilha e um excelente molho de framboesa  Não é preciso mais para a minha felicidade estar completa! :)

750ml de natas
1 vagem de baunilha
3 colheres de sopa de açúcar
3 folhas de gelatina

Começo por misturar as natas e o açúcar num tachinho.
Numa tigela, coloco as folhas de gelatina, cerca de 10 minutos, a demolhar em água fria.

Com uma faca faço um corte na horizontal na vagem de baunilha, e raspo todas as sementes para a mistura das natas.* Misturo bem. 
Levo ao lume até ferver, vigiando sempre e mexendo com frequência. 
Retiro do lume, escorro as folhas de gelatina, e junto a gelatina às natas. Mexo bem, e deixo repousar um pouco, 2/3 minutos são suficientes. 
Divido o preparado pelas formas, eu uso de silicone, deixo arrefecer um pouco e vai ao frigorífico, pelo menos duas ou três horas, mas o ideal é de um dia para o outro.

O molho de framboesa faço a olho, uso framboesas congeladas, uma ou duas colheradas de açúcar um pouco de sumo de limão, um pouco de vinho do porto, deixo ferver, até ficar homogéneo. Eu não o passo, gosto de sentir as sementinhas, e até pedaços um pouco maiores de framboesa, mas isso é a gosto. 

Eu faço sempre a panna cotta, no dia antes de servir, e o molho, pouco tempo antes de servir, gosto de o servir ainda morno. 


* Seria uma pena se deitassem fora a parte que não usem da baunilha. Estamos em crise! Não devemos deitar nada para o lixo! Seja por essa razão, ou pelo simples facto de que o aroma a baunilha deixa tudo muito mais saboroso, usem  a vagem de baunilha para fazer açúcar baunilhado caseiro. 

sábado, 29 de setembro de 2012

Tarte de ameixas e baunilha







Já perdi a conta das vezes que repeti a receita base desta tarte. Com maçãs, com frutos vermelhos, e desta vez com ameixas. 
Adoro todas as variações. O resultado é sempre uma tarte feita em menos de nada, e devorada da mesma forma.

1 base de tarte de massa quebrada
200 ml de natas frescas
2 ovos levemente batidos
3 colheres de sopa de açúcar
1 colher de chá de essência de baunilha
1 colher de sopa de maisena
cerca de 7 ameixas 

Lavo as ameixas, corto ao meio, tiro o caroço e corto as metades em fatias, não muito finas.
Numa tigela envolvo os ovos com as natas e o açúcar, misturo bem com uma vara de arames, até deixar de sentir tanto o granulado do açúcar. Junto a essência de baunilha, e misturo de novo. Por fim, junto com cuidado, a maisena e misturo de novo com uma vara de arames, até ficar uma mistura homogénea, é natural que fique liquida, é esse o objectivo.

Unto uma tarteira de fundo amovível, com manteiga. Forro com a massa quebrada, e tento não que não fique demasiado certinha, gosto que fique com um ar um pouco rústico.
Coloco por cima da massa, metade da mistura das natas, e as fatias das ameixas, depois com uma colher, junto o resto da mistura liquida, de forma que esteja tudo coberto.
Levo ao forno, pré aquecido, a cerca de 180°C, até que o creme esteja cozido, e a base dourada. Cerca de 20 minutinhos, mas o melhor é ir vigiando.
No fim de retirar do forno, e de ter arrefecido um pouco, polvilho com açúcar em pó. 
Fica bem simples, ou a acompanhar uma bola de gelado.


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